Título Original: ---
Sinopse: Aladdin (Mena Massoud) é um jovem ladrão que vive de pequenos roubos em Agrabah. Um dia, ele ajuda uma jovem a recuperar um valioso bracelete, sem saber que ela na verdade é a princesa Jasmine (Naomi Scott). Aladdin logo fica interessado nela, que diz ser a criada da princesa. Ao visitá-la em pleno palácio e descobrir sua identidade, ele é capturado por Jafar (Marwan Kenzari), o grão-vizir do sultanato, que deseja que ele recupere uma lâmpada mágica, onde habita um gênio (Will Smith) capaz de conceder três desejos ao seu dono.
Elenco: Mena Massoud, Naomi Scott, Will Smith, Marwan Kenzari, Nasim Pedrad, Navid Negahban, Alan Tudyk (dublador)
Duração: 129min
Roteiro: John August, Guy Ritchie
Produção: Dan Lin
Direção: Guy Ritchie
Em meios às minhas férias, tirei um tempo para assistir a Aladdin. Devo dizer que minha infância está mais que viva!!!!
No geral, o filme está praticamente igual à adaptação de 1992. Claro que houveram algumas mudanças e adição de alguns acontecimentos, mas nada que vá macular a lembrança de uma das minhas animações favoritas da vida.
Quando Mena Massoud foi escolhido para Aladdin, não sabia muito o que pensar. Só havia visto seu trabalho em alguns momentos na série Jack Ryan, mas saí da sala de cinema achando que não poderia ser outra pessoa para interpretar o personagem. O ator realmente se entregou ao espírito do personagem, principalmente no seu charme e simpatia na tela. Suas interações com Gênio (Will Smith) são maravilhosas e de arrancar altas risadas. Mas também, é muito difícil alguém ser pareado com Will Smith e não se sair bem.
Falando nele, quando Will Smith foi escalado para o papel de Gênio, ele tinha uma grande missão que era chegar aos pés do personagem, que na animação foi dublado por Robin Williams. Claramente o ator não fez feio. Will, além de ser uma simpatia de pessoa, é um dos atores mais versáteis e talentosos de Hollywood. Muito se falou por ele não ter aparecido azul nos trailers e gostei da explicação que deram no filme.
Naomi Scott de Jasmine está maravilhosa. A atriz também não tão conhecida da minha pessoa (só havia conferido seu trabalho como Kimberly em Power Rangers), porém a escolha também caiu como uma luva. Com um pouco mais de destaque e voz aqui, ela passou toda a garra e determinação da princesa de Agrabah; alguém preocupado com seu povo e seu reino.
Sobre Marwan Kenzari de Jafar, gostei bastante do fato de não colocarem o personagem o filme todo tentando forçar seu casamento com Jasmine, como na adaptação. Ainda assim, mesmo sendo um pouco caricato em certos momentos, ele conseguiu ser bem convincente no papel do vilão. Nas suas cenas, quem rouba a atenção é o papagaio olho-junto Iago, dublado por Alan Tudyk.
De resto, tudo de emocionar. O figurino bem colorido e chamativo reflete bem as vestimentas lindas das Arábias. As músicas muito bem executadas, e a adição de Spechless (ÍCONE de canção que não pertence à adaptação original) deixou a trilha sonora muito mais maravilhosa.
Falando em trilha sonora, eu assisti o filme legendado, mas depois escutei as versões brasileiras e fiquei muito de cara como as vozes das versões atuais são praticamente iguais às das versões originais. Destaco aqui A Noite da Arábia (que é simplesmente a minha música favorita de todas as produções Disney), interpretada por Márcio Simões (que eu descobri ser o mesmo dublador do Gênio da versão de 1992); e Um Mundo Ideal, interpretada por Daniel
Sempre quando rola live-actions de animações favoritas, fica aquele medinho de estragar, mas em Aladdin passa longe disso. Está muito à altura da versão de 1992 e eu sinceramente estou esperando por fazerem O Retorno de Jafar. Agora é só começar a se preparar psicologicamente para O Rei Leão (especialmente para uma certa morte traumatizante).
Considerações finais
- sem dúvida alguma, uma das melhores músicas de abertura ever da Disney. Arrepia até os pelos tudo!!!!
- e vamos exaltar essa versão brasileira maravilhosa!















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